quinta-feira, 23 de julho de 2009

Vampiros de Carne e Osso


Poucos seres exercem tanto fascinio quanto os vampiros, criaturas sobrenaturais que deixam sua tumba a noite para sugar o sangue de suas vítimas. Desde o temivel Conde Dracula e suas sedutoras vampirescas até o bem comportado Edward, da série crepusculo, há séculos os senhores das trevas assombram o imaginário de civilizações de todo mundo. A origem desses mortos vivos remota á Antiguidade. Povos da Mesopotâmia, da Grécia, e da Roma antiga, por exemplo já cultuavam histórias de monstros sugadores de sangue. Mas foi na Europa que o mito moderno ganhou forma. Nesse continente, o pavor diante dos dentuções chegou a tal ponto que muita gente foi morta sob acusações de ser uma dessas criaturas. Sem falar nas centenas de cadáveres que foram exumados e levaram uma estaca no peito. "Mitos sobre chupadores de sangue vêm desde a Antiguidade mas a palavra vampiro só se popularizou após 1734, ao aparecer na língua Inglesa. Ela nasceu do russo upir, que viraria vampir (em sérvio) e depois, vampire (em ingles)."


Fonte: Mundo Estranho

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vlad III ( 1431 - 1476 )


Nascido na região da transilvânia (atual Romênia), o principe Vlad III foi um guerreiro implácavel na defesa de seu reino contra os turco-otomanos, matou mais de 40 mil inimigos, boa parte foi empalada viva.
O suplício consistia na introdução no ânus de uma estaca que era transpassada até o tórax, por isso recebeu o nome de Vlad Tepes (empalador em romeno). Parte de um grupo religioso chamado Ordem do Dragão, adotou o sobrenome Drácula ( filho do dragão). Não atoa, inspirou o escritor Bram Stoker a criar o personagem do Conde drácula.


Fonte: Mundo Estranho

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Lobisomem no Folclore Gaúcho


Em pleno século XXI, o Rio Grande do Sul inteiro acredita firmemente em lobisomem. O mito do lobisomem é basicamente a crença em que determinados homens podem se transformar em um monstro meio-lobo e meio-homem. O mito no Rio Grande do Sul sustenta que o sétimo filho de uma família será fatalmente lobisomem a menos que seja batizado pelo irmão mais velho. Há, também, forma folclórica de se transmitir o fado: quando um velho que vai morrer, ele fica sofrendo muito até passar o encargo a alguém mais jovem. Se o lobisomem é atacado, reage. Dizem também que se alguém sobreviver ao ataque, se torna um novo lobisomem.

A Bruxa Má no Folclore Gaúcho


O mito da bruxa é tão antigo como no atual no Rio Grande do Sul. De uma forma geral, acrediCor do textota-se que a sétima filha mulher de um casal será bruxa, a menos que seja batizada pela irmã mais velha. As bruxas más são as mais conhecidas e Cor do textogostam de fazer o mal. Suas vítimas são sempre crianças, bichos pequenos ou lavouras em crescimento. Com o olhar (olho grande) provoca o mal onde quer. Bichos embruxados, como ninhadas de pintos ou leitões, mirram e morrem. Lavouras murcham da mesma maneira. E crianças embruxadas ficam amarelas e minguam. Cruzam os braços e as perninhas. E assim, se não forem atendidas a tempo, morrem mesmo. A bruxa é acusada de chupar o umbigo recém caído dos nenês. Para afastar a bruxa, usa-se uma figa, um chifre de boi ou um galho de arruda. Cavalgam a noite toda. De manhã cedo, se encontra nas crinas dos cavalos, um de cada lado, os estribinhos de cerda que as bruxas trançaram, para montar melhor.

Condessa Bathory ( 7 de agosto de 1560 - 21 de agosto de 1614 )


A Condessa Bathory costumava recolher dezenas de jovens camponesas no interior da Itália com promesas de uma vida mais confortável. Mas depois de realizar todo tipo de libertinagem com as moças, passava-as no fio da espada e recolhia o sangue em que se banhava. Quando presa e interrogada pelas autoridades, confessou que tinha pavor de envelhecer e que o sangue das jovens lhe restituía a mocidade perdida.
Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras dos Báthory, em Ecsed.

sábado, 11 de abril de 2009

Lobisomem do Cemitério





Aproximadamente na década de 70, na rua 2 de Novembro, onde até hoje se encontra o Cemitério Católico da cidade de Rio Grande, atuava o famoso “Lobisomem do Cemitério”.
Pessoas que passavam tarde da noite por ali diziam que um estranho bicho aparecia sempre a meia noite. Assim que alguém passava, ele pulava do alto muro do cemitério e assustava as pessoas. Os que eram assustados por ele, revelavam que o bicho era meio homem meio animal. Foi a partir desse depoimento que as pessoas começaram a acreditar que se tratava de um lobisomem. Notaram também que o bicho uivava quando agia.
Mas o segurança da Viação Férrea (que ficava em frente ao Cemitério) não acreditava no que estava acontecendo. Então ele resolveu vigiar uma noite inteira o cemitério para ver se o que falavam era verídico. Assim que deu meia noite em seu relógio ele ficou mais atento em tudo que estava em sua volta. Foi aí que ele ouviu um uivo muito alto, no instante uma senhora passava pela frente do cemitério (uma mendiga), e o lobisomem saia do muro. O segurança começou a atirar, e o lobisomem saiu em disparada.
Desse dia em diante nunca mais se ouviu falar nele, mas nada dura para sempre, a qualquer momento pode aparecer um para voltar a assustar a cidade.






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sábado, 14 de março de 2009

Ilha do Presídio...


Vozes, gritos e barulho de correntes. Isto foi descrito por quem já acampou na Ilha do Presídio durante a noite.A Ilha do presído é uma pequena ilhota fluvial, situada no Rio Guaiba, em Porto Alegre, estadodo Rio Grande do Sul. Já serviu de depósito de munição entre os anos de 1857 e 1869. No final dos anos 60, a ilha foi transformada num presídio de segurança máxima com o intuito de abrigar presos políticos. Hoje existem as ruínas do antigo presídio que foi desativado em 1983. A alguns casos interessantes como o do policial que veio a falecer na ilha e acabou sendo enterrado lá mesmo. Há a história de existir um poço onde dentro eram jogados os presos que morriam na ilha.Durante o dia é um lugar calmo mas, algumas pessoas que acamparam lá durante a noite, ficaram aterrorizadas.Um lugar assombrado por vozes, gritos, barulho de correntes se arrastando e outros fenomenos.